Carreira, Maternidade

Dos valores e riquezas desta vida

Este ano completei dez anos de mercado de trabalho formal. Tô ficando velha…😝Desses dez, são sete trabalhando no mercado financeiro e cinco deles diretamente na área de negócios.
Parte do meu tempo estou no escritório e outra parte nos clientes, ouvindo as necessidades, discutindo ideias, pensando em alternativas para viabilizar projetos milionários e investimentos desafiadores.
Quando menina, nunca imaginei que um dia lidaria com valores tão altos e relevantes, e com tanta responsabilidade. Mas depois que fui mãe descobri outros valores e responsabilidades tão grandes quanto aqueles, com os quais preciso lidar dentro de casa, em família, e que nada tem a ver com dinheiro.

Tenho agora em minhas mãos a missão mais desafiadora e valiosa de todas: educar o meu filho. E terei feito isso com sucesso quando perceber que ele aprendeu que só há um (O) caminho por onde andar.

As habilidades e competências que eu preciso para desempenhar bem o meu papel das 8h às 17h não me qualificam para cumprir com êxito a missão de transmitir ao meu filho os valores que acredito serem fundamentais para a vida. E para isto eu busco a capacitação direto da fonte, Cristo.

A maior riqueza com a qual eu trabalho diariamente está aqui dentro de casa.

Carreira, Maternidade

Maternidade + Carreira = ?

Quando o assunto é maternidade e trabalho, a primeira coisa que vem à pauta nas discussões é como conciliar as duas coisas. Esses dias perguntei ao guru Google o que ele tinha a me dizer sobre “mães e profissionais”. Pareceu que eu tinha digitado “mulher maravilha” ou “super heroína”. Da primeira página inteira de resultados não deu para aproveitar nada. Pelo menos não para o que me interessa sobre o tema.

Histórias de mulheres bem sucedidas profissionalmente a gente ouve com bastante frequência nos dias de hoje. Relatos de mães dedicadas e realizadas em sua função materna não faltam por aí. O ponto é que (quase) ninguém está falando sobre o meio do caminho, aquele lugar entre a mulher workaholic e a mãe que abriu mão da vida profissional para cuidar dos filhos.

E acho que o motivo deste vácuo é que o meio do caminho é muito largo, é amplo demais para ser definido por terceiros. O que é equilíbrio para uma pode não ser para outra. Algumas estão ali caminhando simplesmente porque não tem opção, outras porque se sentem completas exercendo outros papéis além da maternidade.

Pra mim, a questão é mais do que como conciliar casamento, filhos e carreira, é sobre quanto custa conciliar. Qual o preço de ser uma mulher-esposa-mãe-profissional? O meio do caminho é o lugar onde esta conta fecha, e só você mesma é capaz de calcular.

Carreira

“Preconceito: de Mulher pra Mulher”

Que as mulheres sofrem preconceitos de todos os tipos, ninguém pode negar.
Desde os mitos: toda mulher é fraca, toda mulher dirige mal, toda mulher é passional, toda mulher fala demais.
Até os fatos: tratamento diferenciado, salários mais baixos, pouco acesso aos altos escalões, dificuldade de mobilização nos ambientes corporativos, judiciais, executivos. Jornadas duplas nao reconhecidas.

Existem homens machistas ao extremo, cruelmente preconceituosos em suas vidas pessoais e profissionais. Aposto que voce esta lembrando de alguns exemplares do gênero e o quanto isso te incomodou. A eles, só podemos desejar que tenham muitas filhas mulheres e uma vida longa para acompanhar de perto a jornada de cada uma delas. E muitas netas mulheres também. E algumas bisnetas. A vida ensina melhor do que qualquer livro ou lição de moral.

Mas o pior é quando o preconceito ocorre dentro do próprio universo feminino.
Percebo um movimento crescente, polarizando mulheres que são mães.
De um lado, existem mulheres que CONTINUAM a trabalhar após a maternidade. Algumas por escolha e outras por falta de opção.
De outro lado, existem mulheres que PARAM de trabalhar após a maternidade. Algumas por escolha e outras por falta de opção.

Entre as mulheres que continuam a trabalhar, conheço algumas mães maravilhosas e algumas péssimas mães.
Entre as mulheres que param de trabalhar, conheço algumas mães maravilhosas e algumas péssimas mães.

Mas é triste ouvir que algumas mulheres acham que apenas a escolha dela é a única correta. Que as demais escolhas, seja parar ou continuar, faz das outras mulheres uma categoria inferior de mãe.
Acham que o amor é menor, que a oração é mais “fraca”, que a educação será inferior, que não existe outra forma de acompanhar o desenvolvimento dos seus filhos.

Se mãe que fica em casa fosse garantia de filho bem sucedido, todas as pessoas nascidas há um século, quando as mulheres não trabalhavam, seriam perfeitas. Todos teriam sido saudáveis de corpo, alma e coração. Somente teriam existido grandes homens e mulheres, do bem e para o bem. Afinal de contas, sua mãe estava em casa para educar os filhos e garantir isso.

Se mãe que trabalha, tem carreira, ganha bem, é famosa ou reconhecida profissionalmente, fosse garantia de filho bem sucedido, não existiriam tantos bandidinhos de classe média e crimes de colarinho branco.

Não creio que exista uma única forma de educar nossos filhos. Deus nos permite viver histórias diferentes, nos permite fazer escolhas, nos permite refletir antes de agir.
Eu creio que o que importa é a qualidade do tempo que passamos com eles. O que influencia é como vivemos e não o que falamos.
Eu creio que o que move o coração de Deus é o clamor sincero da nossa oração, não importa quantas vezes fazemos ou se estamos ajoelhadas, deitadas, em pé, ou sacolejando dentro de um ônibus cheio, de um trem sufocante ou de avião com turbulência.

Eu creio que é o que ensinamos com nossos exemplos que dará aos nossos filhos a possibilidade de serem homens e mulheres do bem. Digo possibilidade porque eles também terão que fazer suas próprias escolhas algum dia. A escolha é individual e intransferível.

Se voce é uma profissional bem sucedida, não se sinta superior a sua amiga que resolveu parar tudo para se dedicar aos filhos. Voce não é melhor mulher do que ela por isso.

Se voce resolveu parar tudo para se dedicar aos filhos, não se sinta superior a sua amiga profissional. Voce não é melhor mãe do que ela por isso.

Propagar a superioridade das nossas escolhas, não fará de nossos filhos pessoas melhores. Apenas mostraremos a eles que podemos julgar como piores aqueles que vivem de forma diferente.

Cuidado mulherada, muitas vezes o machismo se aprende dentro de casa. Se isso acontecer, que não seja por exemplo nosso.

Texto escrito por  Alexsandra Bertolla.

Carreira, Maternidade

Trabalho e maternidade: existe plenitude sem culpa?

Tenho conversado com muitas amigas e conhecidas sobre os desafios de ser mulher nos dias de hoje. E o que tenho percebido é que, na maioria dos casos, as mulheres gostam muito de ser mães. Não o tempo todo. Mas também tenho constatado que elas gostam de trabalhar, de produzir. Também não o tempo todo.

O problema é que o mundo, na configuração atual, não tem permitido que nos sintamos plenas como mães. Nem como profissionais. (E muito menos como esposas). E a principal causa disso é a famosa culpa. Culpa de nunca estarmos inteiras nem aqui nem ali; de sentir que estamos sempre devendo para alguém e que será impossível conciliar todas as tarefas. 

Estar no trabalho com a cabeça nos filhos e chegar em casa ansiosa e preocupada com as questões do trabalho é a combinação perfeita para destruir as bases que estamos tentando construir para colocar de pé essa vida (nada simples) de ser uma mulher 3 em 1. Por um lado, esse desequilíbrio pode tirar totalmente o seu foco durante a jornada de trabalho, e por outro, pode deixar os filhos com aquela sensação de que estão competindo com o seu trabalho quando estão com você. E as coisas não precisam ser assim. 

Precisamos nos sentir inteiras!
Não estar aqui querendo estar ali. Quando as coisas se misturam nesse nível, as chances de sermos bem sucedidas nas tarefas às quais a gente se propôs são mínimas. Estar inteira é um dos grandes segredos das mulheres que constroem e conseguem boas performances, seja na vida profissional, ou na vida familiar.

Ninguém merece conviver com alguém no trabalho que vive falando dos filhos, reclamando que trabalha demais e não tem tempo para ficar com eles, que atende telefonemas de casa o tempo todo para resolver assuntos da vida pessoal. E nenhum marido, nem os filhos, merecem dividir a atenção da mulher com assuntos e afazeres do trabalho, enquanto tentam curtir o momento em família.

Encontrar esse equilíbrio é o nosso maior desafio enquanto quisermos trilhar essa tripla jornada.  Portanto, temos que nos  organizar melhor, planejar nosso tempo em cada tarefa e recrutar parceiros para nos ajudar,  seja em casa ou no trabalho. Nós sabemos exatamente aquilo que podemos delegar e o que não queremos ou não podemos deixar de fazer, basta exercitar.

Carreira

A geração Xuxa está frustrada no trabalho 

Cresci sendo muito incentivada pelos meus pais e professores a investir na minha formação acadêmica e a valorizar uma carreira profissional. O sonho de ter uma profissão e alcançar algum sucesso com ela foi sendo construído ao longo da minha adolescência de forma muito intensa.
Acho que não há nada de errado nisso, mas muitas expectativas foram, e continuam sendo frustradas. Depois de 10 anos no mercado, hoje percebo que nem sempre a vida profissional evolui na velocidade e da forma que desejamos. 

Sou da geração Xuxa, cresci ouvindo que “tudo que eu quiser, o cara lá de cima vai me dar”. Só que depois de alguma maturidade a gente saca que isso não é verdade em nenhuma área da vida, muito menos na profissional. E graças a Deus por isso! 

A meritocracia praticada no ambiente corporativo é um choque para uma geração de indivíduos que cresceu ouvindo que era bom, que era o melhor de todos e que teria tudo o que quisesse. 

Como lidar com a frustração de descobrir que tem outros “melhores de todos” na mesma fila que você? Como manter a motivação pelo trabalho sabendo que é preciso entregar muitos anos de resultado e boas performances até chegar no cargo desejado?

Não tenho essas respostas tão claras, mas gosto do pensamento “trabalhe como se tudo dependesse de vc, ore e durma como se tudo dependesse de Deus”, pois no fim das contas depende mesmo. O “cara lá de cima” só vai te dar aquilo que for bom pra você, ainda que você só descubra depois. 

Carreira, Maternidade

O verdadeiro empoderamento feminino

O empoderamento feminino nunca esteve tão em voga como ultimamente. O conceito não é recente, mas o termo ganhou força em 2010, quando a ONU lançou “Os Princípios de Empoderamento das Mulheres”, com o objetivo de ajudar as empresas e as comunidades a colocar mais mulheres no poder, incluindo-as de forma plena na vida econômica em todos os setores e níveis.

A partir disso, vários movimentos feministas começaram a usar o termo como sinônimo de luta pela igualdade de gênero e pela liberdade das mulheres, o que é legítimo e compreensível. O problema, na minha opinião, é que a expressão acabou ficando desgastada demais, e na maioria dos casos, está sendo usada de forma superficial e fora do contexto em que ela foi criada.

De repente, dar poder às mulheres virou a solução para todos os nossos problemas. Mas como isso se traduz no nosso dia a dia, na vida real? Será mesmo que o que precisamos agora é só de poder? Eu acho extremamente importante a conscientização de que precisamos SIM colocar mais mulheres em posições de liderança. Mas, infelizmente, eu acho que pulamos uma etapa. Precisamos resolver algumas coisas antes disso.

Quando eu penso sobre isso, meu sentimento é que esse empoderamento viesse de dentro para fora, que todas as mulheres pudessem ter sua auto estima bem cuidada, que se sentissem seguras de si mesmas, que tivessem liberdade de ser quem quisessem ser, de exercer seus talentos e serem valorizadas simplesmente por serem mulheres, independente de suas posições de liderança, condição financeira e origem.

E aí eu percebo que o maior “empoderador” de mulheres foi Jesus. Sim, um judeu vivendo em uma cultura religiosamente machista, era O defensor da nossa causa! Ele perdoou uma adúltera, encarando de frente seus apedrejadores; curou uma imunda; e anunciou primeiro a sua ressurreição a duas mulheres.

Hoje acredito que o mais importante é ter o poder para abrir mão do poder. Ter a escolha de entregar o poder até mesmo para um homem. Nós mulheres não somos nem menores e nem maiores que os homens, por isso decidi empoderar Cristo na minha vida espiritual, ele sempre soube usar o poder melhor que eu.

“Nós percebemos a importância da nossa voz quando somos silenciadas”. Malala Yousafzai.

Carreira, Maternidade

Um pouco mais de flexibilidade

Um copo metade vazio sempre está também metade cheio, né? A minha metade vazia é o fato de eu estar de molho em casa de licença médica me recuperando da cirurgia, mas a metade cheia é poder passar esses dias bem pertinho do Daniel.

Quem me conhece sabe que eu gosto de trabalhar fora, acho a minha rotina atual razoavelmente equilibrada, ainda mais considerando que eu trabalho no mercado financeiro.

Mas esses dias em casa tive o mesmo sentimento da licença maternidade: como é bom poder cuidar da casa e do filho por mais tempo. Eu sinceramente gosto disso também. Não sou daquelas workaholics que não consegue ficar em casa, mas também não sei se conseguiria não trabalhar fora. Só não precisava ser tanto tempo por dia, né? Ehehehe.

Acho que o ideal, depois que me tornei mãe, seria trabalhar num esquema mais flexível, podendo ter home office, horários alternativos e até mesmo meio período. Conheço várias pessoas que topariam fácil reduzir 30% ou até metade do salário para trabalhar proporcionalmente menos.

Mas penso que essa realidade ainda está muito distante do mercado de trabalho brasileiro. Ainda precisamos avançar muito para oferecer este tipo de benefício, não só para as mães, mas para todos que quiserem. Sei que algumas empresas já tem esse tipo de flexibilidade, colocando alguns cargos e funções com a opção de uma carga horária reduzida.

No geral, acho que o nosso modelo corporativo ainda é muito ineficiente, na maioria das vezes não considera distância, trânsito, qualidade de vida do funcionário e outros fatores que poderiam gerar redução dos custos fixos e maior satisfação das pessoas no trabalho.

Em tempos de crise econômica não seria nada mal, né? E vocês, topariam trabalhar menos e ganhar menos?

Somos todas ‪#‎mulheres3em1‬

Carreira, Maternidade

Carreira e maternidade

Essa semana assisti a um video na internet, desses curtos que as pessoas compartilham no facebook,  de uma palestrante que falava sobre a importância e o papel da mulher dentro da família. Como o assunto me chamou a atenção parei uns 5 minutos para ver.

Uma frase que ficou na minha cabeça, apesar de não ter sido a primeira vez que a ouvi, foi a que “nenhum sucesso profissional compensa o fracasso na família”. Para mim, essa é uma verdade inquestionável. A família é e sempre será a minha prioridade. Mas ela estava usando este argumento para defender que as mulheres devem parar de trabalhar fora para se dedicar à família.
Fiquei o dia todo remoendo isso, pois não acho que carreira e maternidade sejam duas coisas que andam em lados opostos. Quem disse que a gente precisa escolher uma delas? Quem falou que toda pessoa bem sucedida profissionalmente terá uma família fracassada? Por que temos essa mania de levar tudo aos extremos, principalmente quando se trata desse assunto?
Está muito claro  para mim que nós mulheres estamos vivendo uma crise inédita sobre a nossa identidade, estamos longe de encontrar as respostas para nossas inquietações e alívio para nossas culpas. Lutamos por mais espaço, estamos  conquistando-o, mas não sabemos o que de fato queremos com ele.
Acho que muito da nossa dificuldade em equacionar essas funções é porque nos faltam exemplos. Não queremos seguir o caminho de tantas mulheres que abriram mão da vida pessoal pela carreira, mas também não queremos deixar de lado a nossa vocação, aquilo que nos dá sustento e, quiçá prazer.
Mas como resolver isso se o padrão de liderança no mercado de trabalho é extremamente masculinizado e o modelo cristão de família ideal ainda é aquele da geração anterior? Precisamos descobrir em Deus a nossa missão como mulheres e através dela encontrar o equilíbrio que seja saudável para todos.
Carreira

Síndrome do impostor: você conhece?

Vocês já ouviram falar na síndrome do impostor? É um problema psicológico que tem sido muito estudado nos últimos anos, já que o tema vem sendo tratado com frequência, especialmente no ambiente profissional (ainda muito incipiente no Brasil).
As pessoas que sofrem com este problema apresentam os seguintes sintomas: incapacidade de internalizar as suas realizações na vida; sentimento de que não merecem o sucesso alcançado (não importa o nível de sucesso); medo de que a qualquer momento descubram que são verdadeiros impostores.
O curioso é que pesquisas americanas mostram que a maior parte das pessoas que sofrem disso são mulheres. Enquanto os homens, em sua maioria, tem o problema oposto, acreditam sempre que são melhores do que realmente são e não enxergam suas incompetências.

Ao ler sobre isso fiquei surpresa, achava que só eu me sentia uma fraude. Sempre pensei exatamente assim, desde a aprovação no vestibular, o mestrado, até os desafios profissionais atuais, volta e meia eu me questiono se realmente mereço o que eu conquistei.

Acho que não é coincidência o fato de nós mulheres sofrermos mais do que os homens com isso. Acredito que é fruto de uma sociedade ainda desigual entre gêneros, em que mulheres auto confiantes são quase sempre vistas como arrogantes e prepotentes.

Por isso, mulheres3em1, meu desafio pra nós é que a gente comece a exercitar a auto confiança, o amor próprio e a capacidade de enxergar o enorme potencial transformador que o Criador colocou em nós.

E da próxima vez que você for bem-sucedida em alguma coisa e impostor que habita em você quiser se levantar, mande ele ficar quieto, pois você sabe o tanto que lutou para chegar aonde chegou.

Compartilhe esta reflexão com suas amigas.

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Carreira, Casamento, Maternidade

Eu to sempre devendo 

Não tem jeito, né? Nós mulheres, esposas, mães e profissionais sempre achamos que estamos em dívida com alguma das funções que exercemos. Como é difícil conciliar todas elas e ainda manter em dia as amizades, dar atenção pra família, e ter uma vida social ativa.

Eu acabei de voltar ao trabalho, depois da licença maternidade e ainda estou me adaptando a nova rotina, me descobrindo como uma profissional que agora é mãe. Por mais que eu me dedique, chegue cedo, trabalhe bastante, na hora de pedir pra sair mais cedo pra levar meu filho no pediatra bate aquela fraqueza, aquele sentimento de culpa como se estivesse fazendo algo muito errado. A reprovação já começa na gente, nem precisa dos olhares de colegas, né?

Além disso, os sentimentos são tão diversos e intensos que chega no final do dia e eu penso: poxa, fiquei tão pouco com o Daniel hoje: caramba, não falei com meus pais pra saber se está tudo bem; nossa, esqueci de responder o WhatsApp das amigas; aiiii meu Deus, marido quer ver filme e eu não aguento nem assistir uma propaganda na TV. 

   Não é fácil ser mulher, acumular várias funções e quase impossível ser impecável em todas elas. Mas a boa notícia é que não estamos aqui fazendo isso tudo para provar nada pra ninguém. Você e eu não precisamos tentar ser super heroínas, só precisamos colocar amor em tudo que fazemos e ter certeza de que estamos fazendo a coisa certa para nós e para nossa família.

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